ilusão .....
Ingredientes:
Para a massa:
Para o recheio:
Confecção:
Moer a bolacha.
Amolecer a manteiga e juntar à bolacha com um pouco de leite até formar uma pasta moldável.
Forrar uma tarteira com esta pasta.
Para o recheio:
Misturar o leite condensado com as gemas e o sumo do limão.
Levar este praparado para cozer em lume médio até engrossar.
Bater as claras em castelo e deitar sobre o praparado anterior, já fora do lume.
Deitar o preparado sobre a tarteira forrada.
Levar ao forno.
Ingredientes :
Confecção:
Coze-se a lata de leite condensado na panela de pressão durante 1 hora.
Deixa-se arrefecer.
Junta-se as gemas dos ovos seguidas das claras em castelo, batendo muito bem.
Ingredientes:
Confecção:
Misture o açúcar com o vinho do Porto, manteiga, as gemas e o chocolate amassando tudo muito bem.
Parta as bolachas em pedaços e junte à mistura anterior até obter uma massa rija.
Estenda uma folha de alumínio ou papel vegetal na mesa e coloque a massa em cima.
Enrole e embrulhe de modo a ficar bem apertado.
Ponha no frigorifico para endurecer mais um pouco.
"A loira e o vendedor"
A loira chega na loja de electrodomésticos:
- Por favor, eu gostaria de comprar aquela televisão que está ali na montra.
- Sinto muito responde o vendedor. Não vendemos nada para loiras.
Muito indignada, ela vai pra casa, pinta o cabelo de vermelho e volta para a loja.
- Por favor, eu gostaria de comprar aquela televisão que está ali na montra.
O mesmo vendedor responde:
- Não vendemos nada para loiras.
A loira tenta novamente, mas desta vez, pinta o cabelo de preto:
- Por favor, eu gostaria de comprar aquela televisão.
E mais uma vez o vendedor:
- Desculpe, mas não vendemos nada para loiras.
A loira, já revoltada, pergunta:
- Mas como é que você sabe que eu sou loira?
E o vendedor:
- Porque que aquilo na montra é um microondas. !
estavam 2 alentejanos sentados numa esplanada e pedem os dois coca-colas.
um deles pega na sua coca-cola mete no copo e amassa a lata toda.
o outro pega na lata assopra com força e endireitou a lata.
passado um pouco um deles diz:
- compadre, tenho ai o carro do meu primo que esta cá de ferias, um subaru impreza, pa aquilo anda mesmo queres ir fazer um ralizito com o carro ?
e foram para uma estrada cheia de curvas, acelarar mesmo a fundo, mas nao conseguiram fazer uma curva e espatifaram o carro todo...
entao um deles sai do carro e começa a assoprar no escape, e o outro diz:
- entao compadri que esta a fazer ???
- epa e para ver se endireito o carro, como a lata de coca-cola !
- entao meu compadri esta bebado ou quê ? nao ve que os vidros estao partidos ?
São Pedro da Afurada é uma freguesia portuguesa do concelho de Vila Nova de Gaia, com 1,00 km² de área e 3 442 habitantes (2001). Densidade: 3 442,0 hab/km².
Festa de S. Pedro da Afurada São Pedro da Afurada é uma vila piscatória cujo santo padroeiro é o São Pedro. Gente de grande devoção, todos os anos os pescadores prestam a devida homenagem ao Santo, com toda a pompa e circunstância onde para além das cerimónias religiosas não falta a tradicional sardinha assada com a típica Broa de Avintes e o Fogo de Artifício. Esta festa atinge o seu auge, aquando da saída da procissão, cujos andores transportam imagens de Santos e Santas de tamanho natural seguidos pelos seus fieis devidamente trajados com as tradicionais vestes das gentes da pesca. À passagem defronte ao Rio Douro, procede-se à benção dos barcos acompanhados pelo toque das sirenes e morteiros.
Durante as Festas de S.Pedro da Afurada, são colocadas na Praça de S.Pedro as imagens da NªSrª de Fátima, Nª Srª do Carmo (Padroeira dos Homens do Mar) e de S. Miguel o Arcanjo. A Imagem de S.Pedro (Padroeiro dos Pescadores) é permanente neste local, pois aqui existia a antiga Igreja da Afurada, cuja fotografia está patente no restaurante "A casa do pescador" mesmo ao lado deste largo. Essa Igreja foi destruida pelas enchentes do Douro.
|Data: 29 de Junho e 1º Domingo de Julho Local: Freguesia de São Pedro da Afurada
Um americano, um inglês e um iraquiano estão a beber num bar.
O americano bebe a sua cerveja e de repente, manda o seu copo vazio para o ar, puxa da arma e estilhaça o copo em pleno ar com um tiro certeiro. Depois olha para os assustadíssimos presentes e diz:
"Na América os copos são tão baratos que nós não precisamos beber do mesmo duas vezes!"
O inglês, obviamente impressionado, acaba de beber a sua cerveja, manda o copo para o ar, puxa da arma e atira, espatifando o copo. Depois diz:
"Nas Ilhas Britânicas temos tanta areia para fazer copos que nós também não precisamos beber do mesmo duas vezes!"
O iraquiano, até então impassível como um pepino, bebe os últimos goles da sua água mineral, manda o copo para o ar, puxa do revólver e atira no americano e no inglês. E diz:
"Em Bagdad temos tantos americanos e ingleses que não precisamos beber com os mesmos duas vezes." looooooooooool =)
Qual é o cúmulo da rebeldia?
Morar sozinho e fugir de casa.
No velho oeste já havia alentejanos e um deles era sentinela no forte do General Custer. Estava ele no seu posto de trabalho, quando se apercebe de um bando de índios a aproximarem-se do forte e então dá o alarme: - General, general! Índios à vista! - São amigos? - Pergunta o general.-Devem ser, general. Eles estão todos juntos!
Os festejos de S. João na cidade do Porto são já seculares e a origem desta tradição cristã remonta mesmo a tempos milenares. Mas foi só no século XX que o 24 de Junho passou a ser feriado municipal na Invicta, proporcionando um merecido dia de folia a milhares de tripeiros. E tudo graças a um decreto republicano e a um referendo aos portuenses, promovido pelo Jornal de Notícias. A história é curiosa e mostra o protagonismo que, já na altura, a Comunicação Social tinha no modus vivendi urbano. Estávamos em Janeiro de 1911 e a República Portuguesa dava os primeiros passos. A monarquia tinha sido destronada apenas três meses antes, com a revolução de 5 de Outubro de 1910. O Governo Provisório da República assumia a governação do país e, desde logo, começava a introduzir mudanças na sociedade portuguesa que espelhavam, muito naturalmente, os ideais da nova ordem republicana. Numa tentativa de implementar a nova ordem junto da população, o Governo Provisório redefiniu os dias feriados em Portugal. Por decreto, a República instituiu como feriados nacionais o 31 de Janeiro (primeira tentativa - falhada - de revolução republicana, em 1891, no Porto), o 5 de Outubro (instauração da República) e o 1º de Dezembro (restauração da independência em 1640), para além do Natal e do Ano Novo. Mas o mesmo decreto impunha, a cada município do país, a escolha de um dia feriado próprio: "As câmaras ou commissões municipaes e entidades que exercem commissões de administração municipal, proporão um dia em cada anno para ser considerado feriado, dentro da area dos respectivos concelhos ou circumscripções, escolhendo-os d'entre os que representem factos tradicionaes e característicos do município ou circumscripção". E foi com este propósito que a Comissão Administrativa do Município do Porto reuniu a 19 de Janeiro de 1911. Segundo o relato do Jornal de Notícias, o "velho e conceituado republicano, sr. Henrique Pereira d'Oliveira" logo sugeriu a data de 24 de Junho para feriado municipal. O facto não causa espanto. Afinal de contas, o S. João era, já na altura, uma festa com longa tradição na cidade do Porto. A primeira alusão aos festejos populares data já do século XIV, pela mão do famoso cronista do reino, Fernão Lopes. Em 1851, os jornais relatavam a presença de cerca de 25 mil pessoas nos festejos sanjoaninos entre os Clérigos e a Rua de Santo António e, em 1910, um concurso hípico integrado nos festejos motivou a presença do infante D. Afonso, tio do rei (a revolução republicana apenas se daria em Outubro).
Festa de forte caris popular, o S. João do Porto é uma festa que nasce espontaneamente, nada se encontra combinado, embora a festa se vá preparando discretamente durante o dia, é normalmente depois do jantar, constituído por sardinhas assadas, batatas cozidas e pimentos ou entrecosto e fêveras de porco na brasa, acompanhadas de óptimas saladas , jantar obviamente regado com vinho verde ou cerveja, mais modernamente. Findo o jantar, os grupos de amigos começam a encontrar-se, organizando rusgas de S. João, como são chamadas. As pessoas muniam-se de alhos pôrros e molhos de cidreira , actualmente as armas, são outras, mudaram para martelos de plástico, duros e ruidosos, mas que acabaram por ser bem aceites e hoje já fazem parte da tradição, Há alguns anos atrás, o S. João limitava-se a uma área da cidade que era constituída, pelas Fontaínhas ( Ponto nevrálgico ), R. Alexandre Herculano, Praça da Batalha, R. Santa Catarina, R. Formosa ou R. Fernandes Tomás, R. de Sá da Bandeira, R. Passos Manuel, Praça da Liberdade, Av. dos Aliados, R. dos Clérigos, Praça de Lisboa, e no retorno, subindo-se a R. de S. António, estava praticamente concluído o percurso obrigatório. A par deste percurso, que juntava para cima de meio milhão de pessoas, que tornavam as ruas pejadas de gente, e onde não há atropelos, as zaragatas são de imediato sustidas pelos populares, os beligerantes rapidamente selam a paz com mais um copo e uma pancada de alho pôrro de amizade. O S. João do Porto é uma festa onde ricos e pobres convivem uma noite de inteira fraternidade e onde a festa é constante. Nos bairros, a festa continua e as comissões organizadoras de cada uma mantém o baile animado até altas horas da madrugada. No tempo áureo do alho pôrro quem chegasse ao Porto vindo de fora, estranharia o odor espalhado pela cidade...efectivamente ela cheirava a alho.
Nos dias de hoje, o S. João espalhou-se pela cidade, além do seu palco tradicional, estendeu-se até a Ribeira, ás Praias da Foz , á Boavista e por ai fora. Vai as discotecas, aos pubs e bons restaurantes. Tornou-se mais cosmopolita e em alguns casos mais selectivo . Modernizou-se, sofisticou-se e de certa forma, acompanhou os tempos ,até penso que se tornou mais jovem.
Mas muita da tradição ainda se mantém: Em barracas ou espalhados pelo chão lá estão os manjericos ( Planta tradicional do S. João ) , as tendas das fogaças, as farturas, o algodão doce, as pipocas, as barracas da sardinha assada e dos comes e bebes. Os matraquilhos, os carroceis, as pistas dos carros. As tendas de venda das louças de barro, das cutelarias, o tiro ao alvo e as tômbolas. Durante toda a noite, centenas de balões são lançados e muito fogo de artificio particular é queimado, pela meia-noite o tradicional fogo de artificio da Câmara Municipal, faz sempre furor pela sua beleza. No fim e já alta madrugada é ver os foliões procurarem as padarias onde o pão acabado de fazer e ainda quentinho vai confortar as barrigas para um merecido descanso.
G-DARK Dá-me o teu mundo outra vez
Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
Lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando... não estas...)
Eu não consigo perceber por favor diz me a mim;
Mudaste tanto desde o dia em que eu te conheci;
Parece fácil esquecer mas só eu sei a dor;
Sinto falta do teu abraço, desse teu calor;
Custa me muito continuar sem te puder pedir;
Um beijo de bom dia e a vontade de sorrir;
Sair para rua e gritar que só te amo a ti;
Ver-te na minha cama toda nua e sentir;
Falar bem baixo no teu ouvido sem te acordar;
Dizer-te que és tudo que nunca te vou deixar;
Fazer as juras de sangue, saliva ou suor;
Contar te a minha vida e entregar te o meu amor;
Baby, oh woh... yeah.
graxy és o meu amor, eu amo-te...contigo no pensamento
a toda a hora eu canto... (só para ti)
Será que vai ser tão difícil ter o teu olhar;
Despir a tua voz e conseguir fazer te amar;
Pois o amor não tem sentido, não tem explicação;
Eu e tu sempre fomos um, não entendo esta divisão;
Não posso ser, não posso acreditar estiveste aqui;
Não sei se foste por azar ou se tava escrito assim;
Não sei se é normal olhar para trás, pensar que
Estás;
Não sei se é normal, mas juro não te vou deixar;
Baby eu juro, não te vou deixar...
Eu juro não, juro não, eu juro não te vou deixar...
Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
Lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando não estás (quando não estás).
Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
Lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando não estás (quando não estás).
Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
Lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando... (quando...) quando não estás...
Alô?... Baby?... Sim?... (suspiro) preciso muito
Desabafar contigo... ouve (ouve...ouve...):
Foi logo no dia em que eu te conheci...
Eu jurei um dia que não te iria ver...
Saber o que veio em mim...
Baby...oh...woh...yeah... e só para ti baby...
Yeah baby... oh no, no, no, baby
Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
Lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando não estás (quando não estás).
Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
Lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando não estás (quando não estás).
Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
Lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando não estás (quando não estás).
(Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
Lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando não estás...quando não estás).