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a beleza da natureza !!!!!!

uma das minhas felicidades

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anedota do dia =)

Cúmulos...

Qual é o cúmulo da rebeldia?
Morar sozinho e fugir de casa.

alentejanos

No velho oeste já havia alentejanos e um deles era sentinela no forte do General Custer. Estava ele no seu posto de trabalho, quando se apercebe de um bando de índios a aproximarem-se do forte e então dá o alarme: - General, general! Índios à vista! - São amigos? - Pergunta o general.-Devem ser, general. Eles estão todos juntos!

o festejo .........


Os festejos de S. João na cidade do Porto são já seculares e a origem desta tradição cristã remonta mesmo a tempos milenares. Mas foi só no século XX que o 24 de Junho passou a ser feriado municipal na Invicta, proporcionando um merecido dia de folia a milhares de tripeiros. E tudo graças a um decreto republicano e a um referendo aos portuenses, promovido pelo Jornal de Notícias. A história é curiosa e mostra o protagonismo que, já na altura, a Comunicação Social tinha no modus vivendi urbano. Estávamos em Janeiro de 1911 e a República Portuguesa dava os primeiros passos. A monarquia tinha sido destronada apenas três meses antes, com a revolução de 5 de Outubro de 1910. O Governo Provisório da República assumia a governação do país e, desde logo, começava a introduzir mudanças na sociedade portuguesa que espelhavam, muito naturalmente, os ideais da nova ordem republicana. Numa tentativa de implementar a nova ordem junto da população, o Governo Provisório redefiniu os dias feriados em Portugal. Por decreto, a República instituiu como feriados nacionais o 31 de Janeiro (primeira tentativa - falhada - de revolução republicana, em 1891, no Porto), o 5 de Outubro (instauração da República) e o 1º de Dezembro (restauração da independência em 1640), para além do Natal e do Ano Novo. Mas o mesmo decreto impunha, a cada município do país, a escolha de um dia feriado próprio: "As câmaras ou commissões municipaes e entidades que exercem commissões de administração municipal, proporão um dia em cada anno para ser considerado feriado, dentro da area dos respectivos concelhos ou circumscripções, escolhendo-os d'entre os que representem factos tradicionaes e característicos do município ou circumscripção". E foi com este propósito que a Comissão Administrativa do Município do Porto reuniu a 19 de Janeiro de 1911. Segundo o relato do Jornal de Notícias, o "velho e conceituado republicano, sr. Henrique Pereira d'Oliveira" logo sugeriu a data de 24 de Junho para feriado municipal. O facto não causa espanto. Afinal de contas, o S. João era, já na altura, uma festa com longa tradição na cidade do Porto. A primeira alusão aos festejos populares data já do século XIV, pela mão do famoso cronista do reino, Fernão Lopes. Em 1851, os jornais relatavam a presença de cerca de 25 mil pessoas nos festejos sanjoaninos entre os Clérigos e a Rua de Santo António e, em 1910, um concurso hípico integrado nos festejos motivou a presença do infante D. Afonso, tio do rei (a revolução republicana apenas se daria em Outubro).

S.João......

Festa de forte caris popular, o S. João do Porto é uma festa que nasce espontaneamente, nada se encontra combinado, embora a festa se vá preparando discretamente  durante o dia, é normalmente depois do jantar, constituído por sardinhas assadas, batatas cozidas e pimentos ou entrecosto e fêveras de porco na brasa, acompanhadas de óptimas saladas , jantar obviamente regado com vinho verde ou cerveja, mais modernamente.  Findo o jantar, os grupos de amigos começam a encontrar-se, organizando rusgas  de S. João, como são chamadas.  As pessoas muniam-se de  alhos pôrros e  molhos de cidreira , actualmente as armas, são outras, mudaram para martelos de plástico, duros e ruidosos, mas que acabaram por ser bem aceites e hoje já fazem parte da tradição, Há alguns anos atrás, o S. João limitava-se a uma área da cidade que era constituída, pelas Fontaínhas ( Ponto nevrálgico ), R. Alexandre Herculano, Praça da Batalha, R. Santa Catarina, R. Formosa ou R. Fernandes Tomás, R. de Sá da Bandeira, R. Passos Manuel, Praça da Liberdade, Av. dos Aliados, R. dos Clérigos, Praça de Lisboa, e no retorno, subindo-se a R. de S. António, estava praticamente concluído o percurso obrigatório. A par deste percurso, que juntava para cima de meio milhão de pessoas, que tornavam as ruas pejadas de gente, e onde não há atropelos,  as zaragatas são de imediato sustidas pelos populares,  os beligerantes rapidamente selam a paz com mais um copo e uma pancada de alho pôrro de amizade. O S. João do Porto é uma festa onde ricos e pobres convivem uma noite de inteira fraternidade e onde a festa é constante. Nos bairros, a festa continua e as comissões organizadoras de cada uma  mantém o baile animado até altas horas da madrugada. No tempo áureo do alho pôrro quem chegasse ao Porto vindo de fora,  estranharia o odor espalhado pela cidade...efectivamente ela cheirava a alho.

 

Nos dias de hoje, o S. João espalhou-se pela cidade, além do seu palco tradicional, estendeu-se até a Ribeira, ás Praias da Foz  , á Boavista e por ai fora. Vai as discotecas, aos pubs e bons restaurantes. Tornou-se mais cosmopolita e em alguns casos mais selectivo . Modernizou-se, sofisticou-se e de certa forma, acompanhou os tempos ,até penso que se tornou mais jovem. 

 

Mas muita da tradição ainda se mantém: Em barracas ou espalhados pelo chão lá estão os manjericos ( Planta tradicional do S. João ) , as tendas das fogaças, as farturas, o algodão doce, as pipocas, as barracas da sardinha assada e dos comes e bebes. Os matraquilhos, os carroceis,  as pistas dos carros. As tendas de venda das louças de barro,  das cutelarias, o tiro ao alvo e as tômbolas.  Durante toda a noite, centenas de balões são lançados e muito fogo de artificio particular é queimado, pela meia-noite o tradicional fogo de artificio da Câmara Municipal, faz sempre furor pela sua beleza. No fim e já alta madrugada é ver os foliões procurarem as padarias onde o pão acabado de fazer e ainda quentinho vai confortar as barrigas para um merecido descanso.

amigos pa vida inteira !!!!!! =)

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Amigos..........=)

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o meu trabalho de ed.tecnologica

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Para todos os apaixonados ............

G-DARK Dá-me o teu mundo outra vez

Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
Lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando... não estas...)
Eu não consigo perceber por favor diz me a mim;
Mudaste tanto desde o dia em que eu te conheci;
Parece fácil esquecer mas só eu sei a dor;
Sinto falta do teu abraço, desse teu calor;
Custa me muito continuar sem te puder pedir;
Um beijo de bom dia e a vontade de sorrir;
Sair para rua e gritar que só te amo a ti;
Ver-te na minha cama toda nua e sentir;
Falar bem baixo no teu ouvido sem te acordar;
Dizer-te que és tudo que nunca te vou deixar;
Fazer as juras de sangue, saliva ou suor;
Contar te a minha vida e entregar te o meu amor;
Baby, oh woh... yeah.
graxy és o meu amor, eu amo-te...contigo no pensamento
a toda a hora eu canto... (só para ti)
Será que vai ser tão difícil ter o teu olhar;
Despir a tua voz e conseguir fazer te amar;
Pois o amor não tem sentido, não tem explicação;
Eu e tu sempre fomos um, não entendo esta divisão;
Não posso ser, não posso acreditar estiveste aqui;
Não sei se foste por azar ou se tava escrito assim;
Não sei se é normal olhar para trás, pensar que
Estás;
Não sei se é normal, mas juro não te vou deixar;
Baby eu juro, não te vou deixar...
Eu juro não, juro não, eu juro não te vou deixar...
Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
Lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando não estás (quando não estás).
Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
Lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando não estás (quando não estás).
Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
Lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando... (quando...) quando não estás...
Alô?... Baby?... Sim?... (suspiro) preciso muito
Desabafar contigo... ouve (ouve...ouve...):
Foi logo no dia em que eu te conheci...
Eu jurei um dia que não te iria ver...
Saber o que veio em mim...
Baby...oh...woh...yeah... e só para ti baby...
Yeah baby... oh no, no, no, baby
Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
Lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando não estás (quando não estás).
Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
Lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando não estás (quando não estás).
Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
Lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando não estás (quando não estás).
(Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
Lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,

Quando não estás...quando não estás).